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Assistimos | Planeta dos Macacos: A Guerra

Essa semana estréia Planeta dos Macacos: A Guerra.

Mas será que ainda tem história que sustente mais um filme? Vem com a gente que vamos contar um pouco!

Chega aos cinemas nessa sexta a conclusão da trilogia que começou em 2011 com Planeta dos Macacos: A Origem e seguiu em 2014 com O Confronto. Dirigido por Matt Reeves, que já esteve a frente do segundo filme, o espectador acompanha mais uma etapa da vida de César (Andy Serkis, mais uma vez fenomenal) e sua civilização de macacos.

Sim, civilização é a palavra. Ainda que não chegamos ainda nos dias dos filmes clássicos, os macacos nunca estiveram tão humanos. Falar dos efeitos especiais seria banal, mas assistindo o filme você se esquece completamente de que se tratam de seres com captura de movimentos, ao contrário de produções recentes onde é nítida a falta de interação entre efeitos e cenário ou efeitos e atores de carne e osso. Mas além disso, temos realmente uma humanização dos símios, em cada expressão, em cada perda, em cada vitória.

Na história os macacos estão escondidos nas matas, sempre com receio dos últimos humanos sobreviventes ao vírus do filme original. Após um ataque repentino e uma breve batalha, os macacos acham que venceram. Porém eis que surge O Coronel (Woody Harrelson, fazendo a boa e velha persona fanática/violenta) que faz um novo ataque surpresa levando a várias baixas dos macacos. Isso leva César a um exôdo (Moisés e  outros messias, alguém?) de sua população dos macacos. Porém em sua sede de vingança ele não os acompanha e decide ir atrás do Coronel. E aí que realmente começa A Guerra do título. Mas não espere batalhas grandiosas, como este que vos fala esperava, trata-se de uma guerra psicológica, pessoal. Mas os fãs dos filmes clássicos não vão se decepcionar, há vários easter eggs. Também existem referências a filmes de guerras clássicos como  Nascido para Matar entre outros.

Um desfecho um pouco decepcionante em relação a ligar com a trilogia original, mas bem, desde o começo sabíamos que seria um prequel e nesse sentido os idealizadores estão de parabéns porque criaram um universo inédito e auto contido, ao contrário da enxurrada de remakes, sequels e prequels que inundam as telonas cada vez mais.

Assistimos | Planeta dos Macacos: A Guerra
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